Facebook reforça combate a grupos que divulgam notícias falsas sobre vacinação

Grupos na rede social espalham diversos conteúdos de Fake News

Por: Aline Rocha Lemos | 16 março - 07:25

O Facebook, desde dezembro, está proibindo postagens falsas em relação a vacinação contra a Covid-19. Mas essa ação não tem sido aplicada de maneira ampla em toda a plataforma, pois em muitos comentários, ainda podemos observar diversos usuários com dúvidas ou acusações danosas sobre os efeitos colaterais dos imunizantes. Os algoritmos da rede social pretendem coletar dados que ajudem as conversas sobre a vacina a serem mais saudáveis.

A plataforma está conduzindo um grande estudo sobre a divulgação de conteúdos relacionados a vacinas publicadas na rede social. O objetivo da empresa é verificar as principais dúvidas dos usuários e ensinar os softwares de inteligência artificial a identificar como milhões de pessoas lidam com essas informações, segundo o jornal ‘Washington Post’. Além do mais, o Facebook quer entender como notícias falsas estão se espalhado frequentemente e podem contribuir para a queda nas taxas de vacinação.

Facebook reforça combate a fake news

Foto da fonte:
https://gizmodo.uol.com.br/facebook-estudo-pessoas-vacinacao/

Uma entrevistada disse ao jornal ‘Washington Post’ que “a pesquisa é uma tentativa em grande escala de compreender a disseminação de ideias que contribuem para a incerteza da vacina, ou o ato de atrasar ou recusar a vacinação apesar de sua disponibilidade nas redes sociais”. Para isso, a empresa uniu seus cientistas de dados com especialistas em saúde publica para combater a dúvida vacinal nos Estados Unidos, país onde o relatório está sendo dirigido.

Os resultados principais do estudo apontam que há um número pequeno de grupos disseminadores de conteúdos perigosos, porém eles acabam criando um efeito dominó no Facebook, onde um único comentário é suficiente para reproduzir em várias outras páginas. Para amenizar os casos de conteúdos perigosos, o Facebook também dividiu os usuários, grupos e páginas do site em 638 segmentos, para então explorar quais deles mostram mais resistência às vacinas.

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