Bitcoin chega a US$ 63 mil e quebra novo recorde

O aumento na cotação acontece às vésperas da estreia da Coinbase em Wall Street. Saiba outros motivos que ajudaram a levar à ascensão da criptomoeda

Por: Gabrielle Gonçalves | 13 abril - 19:47

Nesta terça-feira (13), o bitcoin quebrou um novo recorde de cotação. Às 5h30 da manhã, no horário de Brasília, a criptomoeda registrou US$ 62.732. Isso representa um aumento de 114% em seu valor deste o início deste ano. Agora, no início desta noite, a moeda já está sendo negociada em mais de US$ 63 mil.

Foto: Pixabay

A cotação acontece às vésperas da estreia da Coinbase na Nasdaq. A bolsa de valores de Wall Street está a ponto de receber pela primeira vez uma empresa dedicada às criptomoedas em suas cotações. Isso levou a uma alta de 5% no valor do bitcoin na manhã de hoje e mais de 9% nos últimos setes dias.

O aumento do preço do bitcoin, no entanto, não está ligado apenas à abertura de capitais. O bitcoin existe desde 2010, quando custava menos de 1 dólar. Hoje, é a criptomoeda mais famosa e valiosa no mundo. Até o ano passado, o preço variava em torno de US$ 10 mil.

O amadurecimento no mercado, os investimentos de grandes empresas de capital privado e a consolidação de preço acima de 50 mil dólares desde o final de fevereiro são fatores que explicam à ascensão do bitcoin. Em outubro de 2020, por exemplo, a carteira digital PayPal passou a aceitar criptomoedas em sua rede de transações. Isso fez o preço do bitcoin disparar.

Outro exemplo de empresa que passou a aceitar pagamentos por bitcoin foi a Tesla, do bilionário Elon Musk. Em fevereiro deste ano, Musk anunciou um investimento de US$ 1,5 bilhão na criptomoeda. O anúncio fez com que a cotação subisse 15% e atingisse um marco histórico que, na época, era pouco mais de US$ 43 mil.

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