Restos mortais de Michael Jackson podem ser analisados para provar abusos sexuais

O pedido judicial para exumação pode começar nas próximas semanas

Por: Alefy Soares | 06 fevereiro - 15:17

O corpo de Michael Jackson pode ser exumado este ano para que seja realizado uma análise de DNA que comprove que o cantor abusou sexualmente de crianças durante a sua carreira, segundo o site norte-americano Radar Online.

Segundo a publicação, 11 pessoas alegam ter sido molestadas ou estupradas pelo cantor quando tinham entre 7 e 14 anos. “As amostras de DNA dos restos mortais dele podem provar que eles estão dizendo a verdade”, afirmou uma fonte que pediu ao portal americano para não ser identificado.

Acusações afirmam que Michael Jackson agredia seu chimpanzé de estimação

Foto: Reprodução

A polêmica voltou à tona com o lançamento do documentário sobre a vida de Michael, chamado “Leaving Neverland”. O longa acusa o cantor de abusar de duas crianças. A equipe responsável pela comunicação do cantor se pronunciou oficialmente em nota: “Leaving Neverland não é um documentário, é o tipo de assassinato de um personagem dos tablóides que Michael Jackson sofreu na vida, e agora em sua morte. O filme mostra alegações não confirmadas que supostamente aconteceram há 20 anos e as considera fatos”.

“Os dois acusadores testemunharam sob juramento que esses eventos nunca ocorreram”, continuou o texto. “Eles não forneceram provas independentes e absolutamente nenhuma prova em apoio às suas acusações, o que significa que o filme inteiro depende apenas da palavra de dois perjuros”.

Foto: Carlo Allegri/Getty Images

O comunicado também detonou o diretor Dan Reed, e acusou os cineastas de apenas entrevistar os acusadores e suas famílias.

“Ao fazê-lo, ele intencionalmente evitou entrevistar várias pessoas ao longo dos anos, que passaram um tempo significativo com Michael Jackson e afirmaram sem ambiguidade que ele tratava as crianças com respeito e não fazia nada de mal a elas. Ao optar por não incluir nenhuma dessas vozes independentes que poderiam desafiar a narrativa que ele estava determinado a vender, o diretor negligenciou a checagem de fatos para que pudesse elaborar uma narrativa tão descaradamente unilateral que os espectadores nunca chegassem perto de um retrato equilibrado”.

Foto: Reprodução

“Agora que Michael não está mais aqui para se defender, Robson, Safechuck e seus advogados continuam seus esforços para obter notoriedade e um pagamento manchando-o com as mesmas alegações que um júri considerou inocente quando ele estava vivo”, concluiu o comunicado.

Os responsáveis pelo documentário ainda não se pronunciaram sobre o caso.

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