Pela primeira vez, Anitta aceita participar do movimento “#EleNão”, contra Bolsonaro

Anitta foi desafiada por Daniela Mercury a participar do movimento

Por: Alefy Soares | 23 setembro - 8:03 PM | comentários

Após se negar dar opiniões políticas e ser duramente criticada, Anitta foi desafiada por Daniela Mercury, em uma espécie de corrente, a participar do movimento #EleNão, contra o candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro.

A cantora aceitou e divulgou um vídeo comentando sobre o caso. “Eu quero aproveitar essa oportunidade para deixar claro para vocês de uma vez por todas, se ainda não ficou, que eu não apoio o candidato Jair Bolsonaro. Eu também quero deixar claro que em momento nenhum eu desmereci a hashtag”, disse.

Foto: Reprodução/Instagram

“Eu só quis dizer para vocês que além de se posicionar com hashtag a gente pode fazer durante a nossa vida, são os nossos dias também, as nossas atitudes que mostram a nossa luta contra o preconceito, contra o machismo, o racismo, a homofobia, nossa luta pelas minorias. Como eu sou a favor da democracia eu apoio sim o uso da #ELENÃO”, finalizou.

Assista ao vídeo: 

Confira a reação dos fãs: 

Entenda o caso

Anitta se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter após seguir um perfil pró-Bolsonaro e não se posicionar sobre o movimento “#EleNão”, em que várias mulheres (incluindo celebridades) se uniram contra o candidato à Presidência da República.

Ao perceber que o seu nome havia se tornado um dos assuntos mais comentados, a cantora escreveu em seu Twitter: “É um direito meu não querer opinar sobre política e eu só estou exercendo esse direito”. Ao ser questionada sobre o perfil pró-Bolsonaro, ela respondeu: “Eu não segui um perfil em apoio à nenhum candidato. Segui um perfil de uma amiga de 8 anos que finalmente consegui reencontrar e se ela escolheu expor seu voto é um problema dela”.

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“Não quero ser obrigada a odiar ninguém por isso. Não quero ser obrigada a fazer campanha política quando não foi esse o trabalho que escolhi”, escreveu. “É totalmente incoerente dizer que eu apoio a morte à comunidade LGBTQ+ quando eu faço parte dela. Estaria apoiando minha própria morte”, continuou.

“O que eu acho que eu possa fazer para apoiar as comunidades que eu defendo e/ou faço parte, que realmente acredite tenha capacidade de mudar em algo eu faço”, finalizou.

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