Nego do Borel irá recorrer em processo contra Duda Reis: “Ainda cabe recurso”

Cantor insiste e advogadas afirmam que houve divergência em relação à data de postagem das acusações da modelo

Por: Karen Ramos | 25 agosto - 15:42

Nego do Borel irá recorrer à decisão da Justiça de invalidar sua ação contra Duda Reis por calúnia, injúria e difamação após o cantor perder o prazo. Segundo as advogadas Elizabeth Medeiros e Rayra Vianna, à coluna de Leo Dias, houve uma divergência em relação à data de postagem de alguns stories do Instagram sobre as acusações da modelo.

“Nós fizemos a queixa em cima destes Stories que foram postados por ela no dia 13/01, sendo assim, o Leno não poderia ter tomado ciência dessas acusações no dia 12/01. Houve, realmente, outros Stories postados pela Maria Eduarda no dia 12/01, mas isso nem foi objeto do procedimento pois não vimos tipicidade na conduta. E essa divergência altera a data final do prazo. Mas da decisão ainda cabe recurso e vamos tentar reverter”, disse a defesa de Nego do Borel.

Conforme a sentença assinalada pela juíza Gisele Guida de Faria, Nego do Borel tinha o prazo de seis meses, desde que tomou conhecimento do crime, para dar entrada na queixa-crime. As ofensas teriam sido publicadas pela atriz em janeiro, e o cantor só prestou queixa contra ela em 13 de julho, um dia após a data final que consta no documento.

Izabella Borges, advogada da atriz, classificou a ação do ator como “acusações criminosas”. Ela também comemorou a decisão da Justiça: “Ficamos felizes pelo acolhimento da tese que rejeitou as denúncias feitas pelo Leno contra a minha cliente, a Duda Reis. A rejeição de denúncias feitas pelo agressor contra a mulher que escolhe falar publicamente sobre as violências que viveu é uma verdadeira vitória”, disse.

“A liberdade de se expressar e falar sobre o que viveu deve ser integralmente garantida a qualquer mulher que sofre violência doméstica. Sempre que uma mulher é silenciada, em especial uma mulher pública, muitas outras são silenciadas também”, completou.

Em julho, o funkeiro acionou a Justiça e abriu um processo criminal contra a ex-namorada alegando que ela teria cometido 31 crimes de calúnia, difamação e injúria, após publicar diversos desabafos e vídeos comentando o conturbado término do namoro entre os dois. Ele aponta que as gravações foram feitas com o propósito de difamar sua imagem.

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