Filho de Solimões, Gabeu compartilha críticas sobre ‘queernejo’: “Muitos não gostaram, não entenderam”

Em entrevista para a revista Quem, ele contou que faz para o público LGBT que é do interior

Por: Karen Ramos | 17 maio - 16:51

Filho de Solimões, Gabeu compartilhou algumas críticas que recebe em entrevista à revista Quem. Como um dos nomes atuais do queernejo, movimento musical que traz a representatividade da comunidade LGBTQIA+ para o sertanejo, ele contou como sua música é aceita.

“Sempre me senti muito deslocado no meio sertanejo, apesar dele fazer parte da minha história. Tinha a questão de visão de mundo. Mesmo gostando muito da musicalidade, me sentia deslocado”, contou ao explicar sua decisão de fazer o queernejo. “Uni coisas muito fortes para mim, o fato de ser gay e caipira”, comentou.

 

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Seu trabalho é feito para o público LGBT que é do interior, cresceu com o sertanejo a sua volta, mas nunca se sentiu pertencente a essa cultura. “Acabei alcançando um público tradicional do sertanejo, que não está acostumado a debater e dialogar sobre pautas das minorias. Muitos não gostaram, não entenderam, se revoltaram, acharam um absurdo. Mas tive uma resposta positiva também de algumas pessoas do público do sertanejo tradicional e de senhoras”, afirmou.

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