Fábio Porchat fala sobre o pior entrevistado que já teve em seu programa: “A pessoa não respondia”

O humorista também falou sobre os limites do humor

Por: Gabriela Orsini | 15 maio - 16:49

Na tarde desta terça-feira (14), Fábio Porchat foi o convidado do Chupim, aqui na Metropolitana, falou sobre seus novos projetos, o pior convidado que já recebeu em seu programa na Record e claro, sobre o limite do humor.

O humorista começou falando sobre a sua rotina corrida e cheia de trabalhos: “Eu to em tudo! Fazendo ‘Papo de Segunda’ ao vivo no GNT, tem o ‘Porta dos Fundos’ na internet, onde eu escrevo e atuo, ‘Porta Afora’,  programa de viagens do ‘Porta dos Fundos’, tem o especial de Natal na Netflix, que fiz ano passado e agora tem de novo, tem programa novo na GNT que estreia em agosto, e ainda tem a série ‘Homens’ que eu escrevi e atuei. Eu tenho vontade de fazer os meus projetos, independente de onde vão estar”.

Imagem: Metropolitana FM

Atualmente, Porchat está trabalhando em um projeto no teatro, o “Projeto Convida”. “eu to levando meu talk show pro teatro. A gente saiu da Record, mas eu to voltando a fazer stand up e toda a renda vai ser revertida para a Abase. Dia 22 de maio temos o ‘Convida’ com os Barbixas. Você se diverte e ainda ajuda!”

Fábio questionado sobre o pior convidado que já recebeu em seu programa da Record e deu apenas algumas pistas de quem poderia ser: “Não vou ser deselegante… Mas a primeira letra é L, agora vocês se divertam e procurem. É sempre difícil quando a pessoa não responde, fica quieta…. É um homem, e foi difícil demais, a pessoa não respondia nada”.

Assista ao momento:

Sobre os limites do humor, uma pergunta que, segundo Porchat, é recorrente, ele afirma: “Eu acho que cada vez mais a gente tem que ficar atento com a censura. O brasileiro ainda está entendendo o que é liberdade de expressão, então as pessoas estão se ofendendo muito e querendo proibir as pessoas de fazer [piadas]. Essa proibição é muito ruim, porque você tem que poder tudo, o que não pode é mentir, incitar ódio e violência. Eu tenho que poder xingar, por exemplo! Não dá para prender uma pessoa que xingou a outra, por mais deselegante, imbecil e desagradável, a pessoa tem que poder fazer. A gente tem que aprender.”