Entrevista exclusiva: Conheça agora a amável trajetória musical de Mariana Nolasco

Em entrevista exclusiva para a Metropolitana, ela abriu o coração e falou tudo sobre seu novo EP!

Por: Laís Mylla | 29 janeiro - 16:55

Com apenas 22 anos, Mariana Nolasco tem encantado os admiradores da música popular brasileira com suas composições. Nascida em Campinas, a cantora mudou-se para Mogi Guaçu, onde começou a gravar seus covers aos 13 anos de idade. Diretamente do seu quarto, ela precisou encarar a expansão de seu sucesso após ter um vídeo viralizado no Youtube, que em apenas 1 dia ultrapassou mais de 1 milhão de visualizações.

Atualmente, a artista coleciona milhares de fãs e possui uma trajetória musical amável aos olhos de qualquer ouvinte. Com dezenas de canções autorais lançadas, ela já reuniu mais de 5 milhões de admiradores somados em suas redes sociais. Autora de hits como ‘Poemas Que Colori’ e ‘Alto Mar’, que recebeu a ilustre participação do cantor Vitor Kley, Mariana está em processo de divulgação de seu novo EP, intitulado ‘UM SÓ’.

Além da música, a celebridade ainda divide sua carreira com a internet e cumpre a função de influenciadora digital, levando conteúdos variados para seu público diariamente. Sempre mantendo contato com seus fãs nas redes sociais, ela transformou a ferramenta do engajamento em uma enorme conexão com todos que a acompanham.

A intimidade que Mariana estabelece com os fãs, permite que todos saibam, por exemplo, que após o término de seu relacionamento, ela viveu um processo de transformação impulsionado pela fase que estava vivendo. Na ocasião, a artista chegou a lançar canções como ‘Transformador’, que normaliza e traz calmaria à questões relacionadas as mudanças da vida. Confira:

Como sempre inspirada pela vida e seus próprios processos, na tarde desta sexta feira (29), Mariana Nolasco ainda lançou o videoclipe da faixa ‘Acredita’, disponibilizada em todas as plataformas digitais e parte do EP ‘Um Só’. A canção contém 1 minuto e já está sendo requisitada pelos fãs, que pedem uma continuação da letra. Antes de prosseguir, confira agora o trabalho audiovisual de ‘Acredita’:

Em um bate papo exclusivo com a Rádio Metropolitana, conheça agora Mariana Nolasco e sua amável trajetória pela música e pela vida:

Por que você acha que seu processo profissional começou tão cedo? Estar na música sempre foi um sonho?

“Acho que comecei por puramente gostar de música, sabe? Sempre via meu irmão tocando violão, achava lindo e morria de vontade de aprender também! Até que ele me ensinou! A música sempre foi algo que eu amei e que sempre esteve de alguma forma presente na minha vida. Sabia que seríamos eternas companheiras, mas nunca foi um sonho ou uma pretensão seguir uma carreira musical, porque eu não acreditava que seria possível, haha. Parecia ser algo muito distante da minha realidade do interior de São Paulo. Porém com os vídeos na internet, muitas portas se abriram”.

Tendo o Youtube como uma ferramenta de expansão do seu trabalho, como foi a sensação de acordar com um vídeo viralizado na internet de uma hora pra outra?

“Lembro que inicialmente fiquei um pouco assustada, pois não tinha noção da dimensão que poderia tomar. Muitas pessoas começaram a me acompanhar desde então e acabei entrando de cabeça nessas portas que foram se abrindo. Possibilidades que eram distantes começaram a se tornar realidade e eu passei a profissionalizar cada vez mais o meu trabalho, seja com a frequência de vídeos que eu postava, quanto com equipamentos como câmera para filmar, computador, microfone…”

Como foi a construção do processo de projetos autorais? Quando você tomou a decisão de assumir essa independência artística?

“Foi muito lindo e natural. Comecei a escrever coisas e a me empolgar com os sons, melodias e letras. Antes, eu lembro que até escrevia, mas não gostava de nada. Tinha um senso crítico muito forte comigo mesma, sabe? Até que eu comecei a gostar. “Poemas que colori” foi minha primeira musica autoral e eu lembro de dizer pros meus amigos e pro meu ex-namorado (que escreveu comigo) que essa seria uma música que eu gravaria um cover. Foi a partir daí que comecei a assumir confiança e independência nas minhas composições e produções. Até hoje me faço a pergunta em tudo o que estou fazendo ou vou fazer: eu amo isso?”.

Você já se sente realizada profissionalmente ou ainda possui metas para alcançar?

“Hoje me sinto muito feliz com tudo o que aconteceu e vem acontecendo na minha carreira. Sou muito grata por todo o carinho que eu recebo do meu público, saber que estou conseguindo levar uma mensagem de esperança pra alguém é como um combustível pra mim. Porém com certeza ainda quero alçar muitos e muitos vôos por aí!”

Você tem muitos haters? Como você lida com as críticas do público?

“Hoje em dia não. Percebo que o meu público é bem amoroso e as pessoas que não gostam ou não se identificam com a minha música, não ficam se manifestando sobre isso. Adoro ouvir opiniões principalmente se elas tiverem algum fundamento que podem me fazer crescer, amadurecer ou aprender em algum aspecto. Agora em relação às ofensas alheias, tenho muito claro de que quando alguém faz questão de demonstrar seu ódio ou descontentamento, a pessoa está falando mais sobre ela do que sobre mim ou do meu trabalho”.

De onde você tira inspiração pra compor suas músicas e o que você busca levar para os ouvintes?

“São muitas as fontes de inspiração. Muitas vezes as músicas acabam sendo fruto de experiências que eu vivi na minha vida pessoal. Sou uma pessoa bem observadora, então observar a natureza, as árvores, o céu, os pássaros, as pessoas e suas histórias, tudo isso me inspira! A vida me inspira”.

Quais as suas maiores referências musicais? O que você escuta no seu dia a dia?

“Recentemente tenho escutado muito Maria Bethânia! Ela com certeza é uma inspiração. Gosto muito de uma cantora chamada Aurora também! Além de músicas indie folk norte americanas e australianas, eu também ouço muitos mantras hahaha, me acalma e me inspira!”.

Além da música, você admira alguma outra vertente da Arte? Faria algum projeto voltado pra esse ramo?

“Com certeza! Admiro muito a arte como um todo. Acho que é um presente termos tantas ferramentas para nos expressarmos. Amo dançar, mesmo que as vezes embaralhando os passos e sem coreografia. Gosto muito de cinema e teatro e com certeza pretendo estudar e me aprofundar um dia. E simplesmente amo desenhar e pintar desde criança”.

Como está sendo o processo de lidar com os trabalhos musicais em meio à pandemia? Você teve algum momento de bloqueio criativo?

“Sim e não. Essa pandemia me fez olhar para aspectos muito profundos em mim, então acabei escrevendo muito sobre isso. Músicas, poemas e projetos. Em outros momentos eu simplesmente me anestesiava com o celular para não olhar pro que eu estava sentindo e aí sim, o bloqueio criativo se fazia presente”.

Você lançou recentemente, seu último EP intitulado ‘UM SÓ’, com 6 faixas. O que esse trabalho significou pra você?

“Foi um trabalho diferente de tudo o que já fiz. Me vi completamente imersa em cada etapa, desde a composição das músicas, até a produção, gravação, roteiro dos clipes, conceito. E isso simbolizou um processo de transformação e amadurecimento pessoal muito grande pra mim, onde eu descobri várias potencialidades minhas que estavam escondidas”. O EP fala muito sobre como fazer dos desafios, oportunidades de aprendizado! Apresentando a reconexão com nós mesmos como um caminho para a alegria genuína. E poder compartilhar através das músicas tudo o que aprendi nesse processo, é muito gratificante”.

Como foi o processo de criação e produção do ‘UM SÓ’?

“Foi incrível. A convivência com o João Milliet, que é o produtor, foi enriquecedora. Aprendi muito, me senti muito compreendida o processo inteiro. Os músicos sempre muito sensíveis também. Quando ouvi a primeira vez as cordas da música “Dia de Sorte”, que foram escritas pelo Lucas Lima, da Família Lima, me acabei de chorar! Hahaha”.

Qual a sua faixa preferida desse trabalho?

“Hahaha, todas as músicas tem um lugar muito especial no meu coração, pois cada uma marcou uma fase importante de um processo de transformação pra mim! E elas juntas me ajudaram a contar essa história!”.

Podemos afirmar que sua carreira internacional também está em crescimento, aliás a faixa ‘Ask For Love’ é totalmente composta em inglês. Como foi essa experiência? Quais são seus planos pra essa trajetória?

“Essa música foi totalmente despretensiosa, hahaha. Eu ainda não falo inglês fluentemente, mas acabou que essa música saiu em inglês hahahaha, foi minha primeira experiência compondo em outra língua e eu achei muito legal! Era como se eu quisesse dizer alguma coisa e o inglês me pareceu mais fácil para expressar do que o português. Por agora não tenho planejamentos para um próximo lançamento em inglês, mas com certeza a minha carreira internacional é algo que pretendo estudar, desenvolver e entender melhor como funciona. Com calma e aos poucos”.

Antes do EP ser disponibilizado, foi lançado um teaser super emocionante sobre o projeto. Como surgiu essa ideia? Você pretende explorar mais o campo audiovisual?

“Siiiim! O EP, como diz o nome, é UM SÓ. E cada faixa é importante nessa história. A ideia foi trazer o contexto do EP inteiro de uma forma que mostrasse que todas as músicas se complementam. E sim! Todas as músicas terão clipes”.

A faixa “Não Sei Por Onde Começar” ganhou um videoclipe lançado na última semana. Como foi a recepção do público? O EP completo foi bem aceito?

“Foi bem legal. Confesso que vi muitas pessoas querendo o resto da música, hahaha, porque ela é bem curtinha. Porém “não sei por onde começar” é a primeira faixa do EP e também a faixa de introdução pra musica Era Amor. Sobre o EP, a cada mensagem que recebo e leio é uma lágrima. Muito emocionante ver as pessoas ouvindo e dando seus depoimentos sobre as músicas!”.

O hit ‘Alto Mar’, também parte do EP, recebeu a participação do Vitor Kley. Como surgiu essa parceria?

“O Vitor é um amigo querido. Quando terminei o primeiro refrão não tive dúvidas que seria ele cantando. Mandei mensagem e ele topou na hora. ‘Alto Mar’, por ser a última música do EP, é a mais alegre e pra fora! Acho que o Vitor trouxe muito essa energia mais solar mesmo, sabe? Compusemos o resto via vídeo-chamada durante a pandemia. O clipe gravamos assim também e ficou uma graça hahaha, ele dentro de uma TV”.

Quais outros artistas nacionais você chamaria pra fazer uma parceria?

“Taaaantas pessoas. Mas tenho muita curiosidade e vontade de saber como seria cantar com o Silva. Giulia Be, Jão, Anavitoria são algumas vozes que gosto muito também!”.

O que seus fãs podem esperar de 2021?

“Muitos dias de sorte, hahaha! Além do EP e das músicas novas, ainda terão alguns outros projetos muito especiais!”.

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Recentemente, Mariana Nolasco anunciou o lançamento do videoclipe da música “Alto Mar”, feita em parceria com o cantor Vitor Kley. Leia mais!

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