De biquíni cavadíssimo, Cleo Pires celebra o Dia da Mulher: “Vamos nos amar”

A atriz fez um textão sobre a união das mulheres

Por: Redação Metropolitana | 08 março - 3:51 PM | comentários

Nesta sexta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, Cleo usou as redes sociais para celebrar a data. A atriz escolheu uma foto em que está na praia, usando um biquíni rosa neon cavadíssimo.

“Hoje é textão e pode ser q eu erre. Mas eu quero agradecer às mulheres da minha vida. Minhas avós, minhas irmãs, minhas tias, minha mãe, mulheres que me cuidaram como se eu fosse filha delas e me ensinaram tanto. Vcs são todas minhas amigas de antes e de agora de todas as cores, classes, e etnias. A cada dia aprendo mais com vocês, obrigada pela paciência. Se não fossem vocês eu não estaria aqui, não teria conquistado o que conquistei e que se a Deusa quiser vou conquistar mais”, começou a filha de Gloria Pires.

Foto: Reprodução/Instagram

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”Quero ir junto de vocês sempre, vamos chegar juntxs. Equidade, representatividade. Vamos entender como estarmos juntas sem desvalidar a individualidade de cada uma. Vamos nos ouvir, querer nos entender. Vamos agregar valor uma à outra com nossas vivências e observações respeitando o lugar de fala da outra, vamos nos amar e implicar menos uma com a outra sem nem saber o motivo. Vamos conversar com a gente mesma quando bater a inveja e o sentimento de rivalidade q o patriarcado injetou na nossa cultura. Vamos nos manter existindo e buscando a felicidade que são as maiores formas de resistência”, continuou.

“Não é fácil até porque muitas de nós não têm apoio da família, estrutura financeira, e tantos privilégios que auxiliam muito na hora que a dor aperta. E não são poucas dores, principalmente das nossas manas negras, de classes mais baixas e trans aqui no Brasil. Pelo mundo à fora são tantos outros desafios também. Temos o que comemorar e temos o que lamentar. No stories falo mais disso. Mas vamos juntxs”.

“Particularmente, muito individualmente, ainda tento achar um equilíbrio entre meu desejo genuíno de me expôr, me sexualizar, também curtir o meu lado “material” e fútil como parte natural de existir, como um ser humano que tem desejos talvez peculiares porém inatos como qualquer outro, mas sem q eu seja um instrumento do patriarcado pra oprimir outras mulheres e nem que por eu gostar de ser assim eu seja oprimida e definida por isso. Porque hoje em dia sei que a beleza e a sexualidade feminina são armas do patriarcado pra TENTAREM nos diminuir, nos chamar nas entrelinhas de burra ou de alguém que não se possa levar a sério”, completou.

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