Não era só sofrência! Conheça a evolução do sertanejo

O sertanejo é bem mais antigo do que você pode imaginar

Por: Alefy Soares | 01 julho - 17:56

Quem nunca sentou na mesa de um bar e ficou pensando na (o) morena (o), enquanto ouvia aquela música sertaneja que te deixa mais animado ou cada vez mais apaixonado pela pessoa? Bom, acho que todos que estão lendo essa matéria não podem jogar a primeira pedra, não é mesmo!? 

Por exemplo: quem ainda não canta, em alto e bom som, o refrão inesquecível de “Evidências”, de Chitãozinho & Xororó, em qualquer karaokê?

Que o sertanejo se tornou um dos maiores gêneros musicais do Brasil, isso não é novidade para ninguém, mas você sabia que ele foi inventado em 1920? Pois é, bem antes das “coleguinhas” Simone & Simaria colocarem muita gente para dançar, o estilo musical já tinha uma longa história de vida, conforme levantado pela Betway Cassino, site de roleta online. 

Tudo começou em 1929, com o pesquisador, compositor, escritor e humorista, Cornélio Pires, que decidiu espalhar os costumes caipiras em forma de música e encenações teatrais para os outros cantos do Brasil.  

Antes de termos as nossas queridas e amadas ‘sofrências’ retratadas nas músicas sertanejas, o estilo musical da época retratava nada mais, nada menos do que a beleza bucólica e romântica da paisagem, além do modo de vida do homem do interior e do homem da cidade. Entre as duplas pioneiras nas gravações em disco moda de viola, estão: Zico Dias & Ferrinho; Laureano & Soares; Mandi & Sorocabinha; e Mariano & Caçula. Esses artistas quase que faziam crônicas cantadas – e como resultado você encontra obras como “A revolução Getúlio Vargas”, e “A morte de João Pessoa”, gravadas em 1930 por Zico Dias & Ferrinho.

A partir disso, o sertanejo sofreu uma espécie de evolução e foi separado em diferentes categorias, muitas das quais conhecemos hoje: a música caipira ou música sertaneja raiz, matuta, do interior do país; a modernização das modas de viola, trazendo novos ritmos ao gênero, tais quais os riffs das guitarras elétricas e influências das baladas; o surgimento do sertanejo romântico e os desdobramentos desse subgênero, com o universitário e o feminejo. 

Para que você possa ver de forma mais detalhada, a galera da Betway Cassino preparou um gráfico que mostra com detalhes a evolução a cada ano, passando por nomes conhecidos até hoje, como Sérgio Reis, Zezé Di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó e a nossa sofrência atual, como Jorge & Mateus, Zé Neto & Cristiano, Simone & Simaria, entre outros. 

Atualmente, o sertanejo é um dos estilos musicais mais ouvidos. O gênero é responsável por 29% das músicas em todo Brasil, à frente inclusive do pop, que corresponde a 25%, segundo dados do Kantar IBOPE. 

Além disso, a indústria hoje é gigantesca e responsável pela maior parcela dos hits tocados nas rádios e nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, YouTube e Apple Music. 

Veja o gráfico completo clicando aqui! 

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