Queiroga defende o uso de máscaras e afirma que seguirá gestão atual

No seu primeiro pronunciamento, o cardiologista não fala sobre lockdown

Por: Murilo Amaral Feijó | 16 março - 19:07

O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para o cargo de ministro da Saúde, realizou hoje (16) o seu primeiro pronunciamento, ao lado do general Eduardo Pazuello, atual ministro.

Queiroga falou sobre a transição no Ministério, reforçou o uso de máscaras e defendeu a “união da nação” para enfrentar a pandemia de covid-19.

Marcelo Queiroga e Eduardo Pazuello

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Inicialmente, Queiroga reconheceu a situação crítica pela qual o país passa e que sozinho não vai conseguir fazer nenhuma “mágica”, nem resolver os problemas da saúde pública. Ele também afirmou ter certeza de que terá ajuda do povo brasileiro para “executar as políticas públicas do interesse da população”.

O cardiologista defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS) e o classificou como uma “grande arma que temos” para enfrentar todos os males que afetam a saúde. Queiroga fez um apelo para que a população continue usando máscaras e higienizando as mãos, que segundo ele são “medidas simples, mas importantes, que precisam ser tomadas para não parar a economia de um país”. Logo em seguida, Pazuello comentou que o Ministério da Saúde continuará seguindo as mesmas diretrizes.

Amanhã (17), Pazuello e Queiroga realizarão o encaminhamento das doses do imunizante produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

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