Políticos se posicionam sobre o Golpe de 64. Veja quais foram:

Uns citando "ódio e nojo" à ditadura, e outros que vieram a declarar apoio ao golpe de 1964

Por: Larissa Placca | 31 março - 20:51

Neste 31 de março de 2019, dia em alusão aos 57 anos do Golpe Militar que terminou por instaurar a ditadura militar, iniciado em 1964.

Os políticos, em suas redes sociais, defenderam seus pontos de vistas. Uns citando “ódio e nojo” à ditadura, e outros que vieram a declarar apoio ao golpe de 1964.

CNV confirma em relatório mais de 200 desaparecidos políticos durante a ditadura militar

CNV confirma em relatório mais de 200 desaparecidos políticos durante a ditadura militar; Foto: Agência Brasil/Divulgação

Um que veio declarar apoio foi o vice-presidente da República, Hamilton Mourão.

O general publicou nesta quarta-feira (31) em seu twitter uma homenagem aos militares que tiraram o presidente João Goulart do Governo. Para Mourão, a ação impediu que comunistas ficassem no país.

O filho do presidente e deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se pronunciou sobre o golpe, afirmando que “ocorreu dentro da lei, com apoio da população e garantiu um Brasil livre”. Veja a matéria completa.

Outro homenagear a data foi o deputado Otoni de Paula (PSC-RJ), considerando como “Dia de Relembrar os Heróis da Pátria.”.

Guiga Peixoto (PSL-SP) justificou que se não houvesse a ditadura, “Talvez hoje, seríamos uma Venezuela piorada.”, escreveu.

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) criticou a possibilidade de celebração da data.

O ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou “É muito sintomático que membros deste governo tentem reinterpretar os fatos históricos para dar um verniz democrático a um golpe de Estado. É aí que eles revelam o ódio que sentem do regime democrático e das liberdades.”.

“Hoje faz 57 anos que o Brasil vivenciou o golpe de 64 e o início de uma ditadura militar cruel”, escreveu o líder do PCdoB, Renildo Calheiros (AL). “Essa tragédia manchou a história nacional com perseguições, mortes e sepultamento de liberdades.”.

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