Juiz nega liberdade de ativista que carregava faixa “genocida” em manifestação contra o presidente Bolsonaro

Ele estava preso por desacato. Em sua decisão, o juiz permitiu que Pilha possa sair do presídio para trabalhar.

Por: Larissa Placca | 06 abril - 21:31

O pedido de liberdade ao ativista Rodrigo Pilha foi negado. Rodrigo preso no dia 18 de março por participar de protesto com a faixa chamando o presidente Jair Bolsonaro de “genocida”. Leia a matéria completa.

A defesa de Rodrigo Pilha pediu por prisão domiciliar e foi aprovada pelo Ministério Público (MP), porém, o juiz Valter André de Lima Bueno Júnior, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, não aceitou pedido e o ativista segue sob custódia.

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Ativista Rodrigo Pilha

Ativista Rodrigo Pilha em monifestação; Foto: Agência PT/Divulgação

Rodrigo Pilha, filiado ao Partido dos Trabalhadores, foi preso após o protesto junto com outros manifestantes, sob acusação de que a faixa “genocida” era crime na Lei de Segurança Nacional.

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Porém, ele foi liberado desta acusação pela Polícia Federal (PF) junto com os outros. Ele estava preso, atualmente, por desacato.

Em sua decisão, o juiz permitiu que Pilha possa sair do presídio para trabalhar.

“A defesa tomará as providências legais para garantir a liberdade de Rodrigo Pilha”, disse a advogada do ativista.

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