Deputados chamam Bia Kicis de facista e pedem a sua saída da CCJ

"qualquer condescendência com as atitudes de Bia Kicis é cumplicidade com crimes."

Por: Larissa Placca | 29 março - 19:44

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) incentivou, através de suas redes sociais, um motim da Polícia Militar da Bahia, após morte de PM na Bahia. O policial teria sido acertado após surto, ele teria disparado mais de 10 tiros contra os colegas.

Deputados federais criticaram o posicionamento de Kicis. Ela é presidente da CCJ, (Comissão responsável por analisar os aspectos constitucional). O motivo do motim, para a deputada, seria contra as medidas de restrições impostas pelo governador da Bahia Rui Costa para enfrentar a pandemia. Segundo ela, as medidas são ilegais.

Parlamentares reagem às postagens dizendo que representam um desrespeito à Constituição e pedem que ela não permaneça na CCJ.

A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS), criticou as declarações de Bia Kicis.

“É inacreditável que a presidente da CCJ, que deveria ser um exemplo de respeito à Constituição, se sinta à vontade para espalhar noticias falsas. Há tempos o PSOL alerta para os efeitos nefastos, para toda a população, do adoecimento mental dos policiais. Bia Kicis utilizou o fato de um PM em surto ser morto ao atacar colegas a tiros na Bahia para faturar politicamente com a tragédia. Anuncio que iremos trabalhar com todas as forças para inviabilizar o funcionamento da CCJ enquanto ela seguir presidida por esta fascista. O limite do bom senso já foi superado há muito tempo e qualquer condescendência com as atitudes de Bia Kicis é cumplicidade com crimes.”

Kicis se retratou e apagou as postagens.

Entenda o caso do PM morto na Bahia

Na tarde deste domingo (28), o policial militar Wesley Soares Góes, de 38 anos, foi baleado após atirar para cima e também contra policiais no Farol da Barra, Salvador. Leia a matéria completa da Metropolitana.

Segundo a Polícia Militar, o homem estava em um ‘surto’ quando efetuou os disparos, além de estar com a cara pintada de verde e amarelo. As Equipes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) tentaram negociar com o PM por 3 horas e meia.

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