Bolsonaro dá posse a seis novos ministros, em cerimônia fechada

Transmissão oficial não foi realizada e a imprensa não pôde participar

Por: Murilo Amaral Feijó | 06 abril - 17:31

Nesta terça-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro participou da cerimônia de posse dos seis novos ministros anunciados na semana passada, através da reforma ministerial do governo.

A cerimônia realizada no Palácio do Planalto foi reservada, sem a participação da imprensa e com transmissão oficial pela TV Brasil cancelada.

Palácio do Planalto

Palácio do Planalto; Foto: Agência Brasil/Divulgação

Hoje, tomaram posse os seis novos ministros da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos; da Justiça, Anderson Torres; da Defesa, general Walter Braga Netto; das Relações Exteriores, Carlos Alberto Franco França; da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; e da Advocacia-Geral da União (AGU), André Mendonça.

Os discursos dos novos ministros foram rápidos. No geral, eles agradeceram a Bolsonaro pela nomeação no cargo.

Durante a cerimônia, Bolsonaro apontou que “na guerrilha, a gente não sabe onde está o inimigo, muitas vezes está ao nosso lado” e que o governo está “buscando maneiras de enfrentar também a esse inimigo, porque o que interessa para todos nós é proporcionar dias melhores ao povo brasileiro”.

Em seu discurso, o ministro da Casa Civil, Luiz Ramos, disse que o grande articulador político do governo “foi, é e sempre será Jair Bolsonaro”. Ele também reconheceu que o país vive um momento crítico e que tem lutado “incansavelmente pela nossa democracia e pelo digno reconhecimento desse governo perante a sociedade brasileira e no concerto das nações”.

O novo ministro da Defesa, Walter Braga Netto, afirmou que é uma honra ser escolhido para o cargo e destacou que o combate à pandemia de covid-19 e a vacinação serão as missões prioritárias.

Anderson Torres, ministro da Justiça, em seu discurso, destacou a importância da força da segurança pública, durante esse período crítico: “A justiça e a segurança pública somadas são a espinha dorsal da paz e da tranquilidade da nação, principalmente quando se passa por uma crise sanitária mundial como a que vivemos e que impacta diretamente a economia e a qualidade de vida dos cidadãos brasileiros”.

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Durante a posse, o ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, afirmou que as missões diplomáticas estão engajadas numa “diplomacia da saúde”, em busca de vacinas e remédios com o apoio de outros governos.

Não foram divulgados os discursos dos ministros da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, e da AGU, André Mendonça.

*Com informações da Agência Brasil

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