Mesmo vacinado, presidente da Argentina testa positivo para covid-19

Alberto Fernández fez um teste rápido após sintomas da doença e espera resultado do RT-PCR

Por: Marina Ponchio Gomes Ferreira | 03 abril - 12:26

Neste sábado (3) o presidente da Argentina, Alberto Fernández, informou que testou positivo para covid-19 após apresentar os sintomas da doença. 

O diagnóstico foi realizado através de um teste rápido. O presidente aguarda o resultado do exame mais seguro, o RT-PCR, que também é mais recomendado por especialistas. 

Presidente da Argentina, Alberto Fernandez

Presidente da Argentina, Alberto Fernandez; Foto: Agência Brasil/Divulgação

Fernández completou 62 na sexta-feira (2) e afirmou que já está seguindo as regras do isolamento e comentou sobre os resultados dos exames realizados por pessoas com quem ele esteve em contato nas últimas 48 horas. 

O líder argentino agradeceu em suas redes as mensagens de parabéns e disse estar otimista: “Para informação de todos e todas, me encontro bem fisicamente e, embora quisesse terminar o dia do meu aniversário sem essa notícia, também estou de bom humor.”

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Presidente já havia sido imunizado

No dia 21 de janeiro, o presidente recebeu a primeira dose da vacina Sputnik V e segundo fontes da presidência argentina, Fernández tomou a segunda dose três semanas depois.

A vacinação no país continua em um ritmo lento. De acordo com dados do jornal local Clarín, 3,4 milhões de pessoas receberam a primeira dose até esta sexta-feira (2), o que é equivalente a 7,6% da população argentina. 

Segunda onda no país

A infecção do presidente aconteceu em um momento onde o país passa por uma segunda onda de contágios. Na capital, Buenos Aires, o número diário de casos já chegou a passar de 2.000.

No entanto, a Argentina se recusa a fechar fábricas e escolas, segundo a primeira-ministra da Saúde, Carla Vizzotti “Não é em uma fábrica, não é em uma sala de aula onde ocorrem infecções. Sabemos que atividades produtivas com protocolos não são fontes de contágio. As infecções acontecem nos momentos de descanso, quando os cuidados são reduzidos.”

A pandemia já deixou no país 56 mil óbitos e contaminou 2,3 milhões de pessoas. 

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