Cortes na área da educação é criticado por presidente da ONG Todos Pela Educação

Para a presidente da ONG Priscila Cruz, as escolas fechadas não justificam os cortes feitos por Bolsonaro

Por: Aline Bueno Silvestre | 23 abril - 22:44

A presidente da ONG (Organização não governamental) Todos Pela Educação, Priscila Cruz, afirmou que a falta de aulas presenciais não justificam os cortes na educação feitos após Jair Bolsonaro (sem partido) vetar o Orçamento de 2021 da pasta. 

“É justamente o contrário. A gente tem uma morte lenta acontecendo na educação pública brasileira, com alunos não sendo expostos às aulas remotas. Temos necessidade de reforma de escolas, apoio de estados e municípios para planejamento de retorno às aulas presenciais”, disse.

Cortes na educação é criticado por ONG

Foto: Reprodução/Pixabay

Governo sanciona Orçamento 2021, vetando e bloqueando despesas para cumprir teto de gastos; Entenda:

Ela também falou sobre os indicadores da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e como outros países, diferentes do Brasil, enxergam a educação como única saída para a reconstrução econômica. 

“O último estudo da Unesco diz que só devemos voltar para os indicadores de 2019 apenas em 2030. É importante entendermos que não é um ano de paralisação equivalente a um ano de atraso. A cada mês que temos escolas fechadas, temos um retrocesso de muitos para trás e mais anos a frente para fazer esse reconstrução.”, afirmou Priscila.

Na quarta-feira (21), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que proíbe a suspensão de aulas presenciais durante a pandemia, que agora são definidas como atividade essencial. Os votos foram 276 a favor e 164 contra. Leia a matéria completa.

*Com informações da CNN Brasil.

A ONG Todos Pela Educação

A Todos Pela Educação é uma organização sem fins lucrativos, que tem o principal objetivo de levar a educação básica e de qualidade para todos os brasileiros até 2022. Foi fundada em 2006 e é composta por empresários e outros setores da sociedade.

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