RN e MS flexibilizam medidas de restrição e reabrem comércio não essencial

No Rio Grande do Sul, o comércio deve continuar de portas abertas até metade de abril

Por: Marina Ponchio Gomes Ferreira | 05 abril - 15:29

O Rio Grande do Norte e o Mato Grosso começaram a flexibilizar as medidas de restrição contra a covid-19 após duas semanas de medidas mais restritas. Os novos decretos, que passam a valer a partir desta segunda-feira (5), permitem o funcionamento do comércio não essencial. 

O governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), ressaltou em suas redes sociais que as empresas devem seguir as regras de distanciamento do social, uso obrigatório de máscaras e a devem garantir a disponibilização de álcool em gel.   

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB)

Foto: Governo do Estado do Rio Grande do Sul

O toque de recolher também vai sofrer alterações a partir de hoje, seguindo os protocolos das bandeiras de cada cidade – sinalização que aponta o risco de contágio pelo covid-19 – Em cidades com:

  • bandeira laranja, verde e amarela: toque de recolher das 22h às 5h
  • bandeira vermelha: toque de recolher às 21h
  • bandeira cinza: toque de recolher às 20h

A capital campo grande se encontra em bandeira vermelha e segundo o governador: “Vamos seguir este novo decreto para que não tenhamos que reeditar outro mais restritivo, se tivermos consciência todos, que é melhor remédio para evitarmos as mortes.”

RN flexibilizou medidas até metade de abril

Na quinta-feira (1) o governador do Rio Grande do Sul, anunciou que o comércio não essencial poderia funcionar no último sábado de páscoa (3). De acordo com ele, a medida foi tomada após “ponderações nos aspectos sanitários econômicos”.

Entre os dias 5 e 16 de abril, o funcionamento de bares, lojas e restaurantes continua liberado, mas deve ser suspenso das 20h às 6h, quando se inicia o toque de recolher. Aos domingos e feriados, a interrupção do comércio não essencial deve ser interrompida totalmente.

No estado, o número de contaminações por covid-19 ainda é extremamente alto. Atualmente, 2.620 pacientes estão internados em leitos de terapia intensiva (UTI).

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