“Mamãe, vem pra casa”, disse Henry a Monique em ligação de vídeo

Uma cabeleireira que atendeu Monique Medeiros deu depoimento à polícia relatando uma chamada de vídeo com o menino

Por: Bianca Antunes | 15 abril - 14:04

Uma cabeleireira que atendeu Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, na sexta-feira de Carnaval, deu depoimento à polícia relatando que a cliente fez uma chamada de vídeo com o menino na sua presença.

A funcionária afirma ter presenciado um pedido de Henry para a mãe voltar para a casa. A data da ligação coincide com uma suposta tortura do padrasto, Dr. Jairinho, dentro do quarto do casal, relatada pela babá de Henry.

Foto: Reprodução/Instagram

A cabeleireira disse à polícia que a criança “chorava, um choro manhoso”. Henry teria perguntado “mãe, eu te atrapalho?”, que foi respondido que não, de forma alguma. Assim, o menino teria pedido “mamãe, vem pra casa”.

Monique perguntou ao menino o que teria acontecido e, segundo a funcionária, ele respondeu “o tio bateu” ou “o tio brigou”. A babá, que segurava o celular para mostrar a criança para a mãe, mostrou nesse momento o garoto mancando.

A mãe perguntou para a babá o que tinha acontecido e ela respondeu que não viu porque a porta estava trancada, segundo o relato da cabeleireira. Ela ainda conta que Monique “estava um pouco agitada”.

Ligação de Monique com Jairinho

Monique também teve uma chamada telefônica com Jairinho, que de acordo com a funcionária, já iniciou com a mãe dizendo: “Nunca mais fale que meu filho me atrapalha, porque ele não me atrapalha em nada”

A funcionária disse que a ligação prosseguiu com Monique defendendo a babá. “Você não vai mandar ela embora, porque se ela for embora, eu vou embora junto, porque ela cuida muito bem do meu filho. Ela não fez fofoca nenhuma, quem me contou foi ele”.

A cabeleireira relatou que Monique estava “estava exaltada e gritava ao telefone, razão pela qual todos os presentes conseguiriam ouvir sua conversa”. Ela repetia para Jairinho: “Quebra, pode quebrar tudo mesmo, você já está acostumado a fazer isso”.

Ao finalizar o serviço, Monique perguntou para a cabeleireira se havia alguma loja no shopping que vendesse câmeras. A funcionária disse ter indicado à mãe do menino um local para fazer a compra.

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