Ex-esposa de Dr. Jairinho diz que também já foi agredida pelo parlamentar; Apesar de exame afirmar as lesões, o caso foi arquivado

Segundo Ana Carolina, Jairinho a chutou, após ela ter flagrado o parlamentar conversando com uma mulher por telefone

Por: Larissa Placca | 10 abril - 15:39

Ex-esposa do vereador Dr. Jairinho, adentista Ana Carolina Netto, também mãe de dois filhos do vereador, disse à Polícia Civil do Rio nesta sexta-feira (9) que foi agredida em 2013 pelo então marido. Eles estão separados desde então.

Segundo Ana Carolina, Jairinho a chutou, após ela ter flagrado o parlamentar conversando com uma mulher por telefone.

Vereador do Rio de Janeiro, Dr. Jairinho

Vereador do Rio de Janeiro, Dr. Jairinho; Foto: Agência Brasil/Divulgação

“Jairo, em um ataque de fúria, a segurou pelo braço e a arrastou até a cozinha, e lá passou a ofendê-la e a chutá-la diversas vezes com muita força”, diz o boletim policial.

A agressão teria parado porque a mãe da dentista interviu e pediu para que o vereador parasse. Segundo a ex-esposa, a violência era constante na vida do casal. A dentista fez exame de corpo de delito, que afirmaram lesões compatíveis com sua denúncia, mas o caso foi arquivado.

A defesa do político nega todas as acusações.

Ex-namorada de Dr. Jairinho afirmou que ela e sua filha foram vítimas do vereador investigado pela morte do enteado, Henry Borel, de 4 anos. Em entrevista, a mulher contou que a filha, também com 4 anos na época, sofreu diversas agressões do vereador. Leia a reportagem completa.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou nesta quinta-feira (8) a prisão do médico e vereador Dr. Jairinho, e de sua namorada, Monique Medeiros, pela morte do menino Henry Borel. O caso estava em investigação desde março, quando o garoto foi morto no dia 8. O casal foi preso na zona oeste do Rio.

De acordo com as autoridades, o pedido de prisão foi feito pelo fato do casal atrapalhar as investigações da morte de Henry. Nesta semana, a Polícia encontrou conversas nos celulares do vereador e da namorada, previamente apagadas e recuperadas com ajuda de software. As conversas indicavam elementos probatórios que poderiam provar o assassinato da criança.

As autoridades descobriram que Jairo Souza Santos Júnior agredia Henry com chutes e golpes na cabeça, e que Monique tinha conhecimento da violência contra o filho desde, pelo menos, fevereiro.

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