Desmatamento da Amazônia bate recorde em março; número é o maior dos últimos seis anos

Foram 367,61 km² destruídos em março deste ano

Por: Bianca Antunes | 09 abril - 16:10

O desmatamento na Amazônia bateu recorde no mês de março, de acordo com o Deter, sistema de monitoramento de desmate do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que teve início em 2015.

Ainda de acordo com o Inpe, em dados divulgados nesta sexta-feira (9), foram 367,61 km² de desmatamento. O recorde anterior foi de 356,6 km² destruídos em 2018, seguido por 2020, com 326,49 km².

Foto: Divulgação/Agência Brasil

O desmatamento teve aumento de 12,6% em relação ao mesmo período do ano passado, que já havia sido o ano com os níveis mais elevados de desmatamento dos últimos 12 anos.

Por conta da temporada de seca na floresta, os próximos meses já tendem a ter um número maior de desmatamento, por conta da concentração de queimadas.

Consequências do desmatamento na Amazônia

De acordo com o Inpe, o desmate na floresta tem consequências sérias em todo o mundo, contribuindo para o aumento do aquecimento global. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), o desmatamento é a segunda maior causa das mudanças climáticas.

Além disso, as consequências para a região são diversas, como perda do habitat de espécies da fauna da região, colocando em risco que animais e vegetais entrem para a lista de ameaças à extinção. Sem contar com o desequilíbrio ambiental, a extinção de espécies também pode impactar atividades econômicas como a agricultura, a pesca e a pecuária.

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