Mais de 27 milhões de pessoas receberam a primeira dose de imunizante contra Covid no Brasil

De acordo com levantamento, foram mais de 37,8 milhões de doses aplicadas no total

Por: Maria de Toledo Leite | 20 abril - 20:42

Segundo dados divulgados nesta terça-feira (20) pelo consórcio de veículos de imprensa, 27.173.331 brasileiros receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, o que representa 12,83% da população do país.

Já a segunda aplicação ainda é mais lenta. Dados apontam que apenas 5,06% dos brasileiros recebeu as duas doses de imunizante, já que ela foi aplicada em 10.718.372 de pessoas por todo o país. No total, o Brasil aplicou 37.891.703 doses.

Desde ontem, 518.872 pessoas receberam a primeira dose no Brasil e 587.049 a segunda, chegando a um total de 1.105.921 aplicações em 24 horas. Esse é o maior número de doses aplicadas em um dia no país desde janeiro, quando se iniciou a campanha. O recorde anterior era de 1.095.362, registrado no dia 1º de abril.

No entanto, os últimos números apontam que o ritmo de aplicação da primeira dose sofreram uma queda muito no Brasil. No domingo (18), foram aplicadas 155.701 primeiras doses de vacina, número mais baixo registrado desde o dia 21 de março. Essa quantidade começou a cair no dia 14 de abril, quando 523.208 brasileiros receberam a primeira aplicação.

Nesta terça (20), o país registrou 3.481 mortes pela Covid-19 e ultrapassou a marca das 378 mil vidas perdidas para a doença. O número de casos se estabilizou nas últimas semanas, mas ainda está entre os mais altos do mundo.

Além disso, um estudo publicado nesta segunda-feira (19), confirmou a primeira morte por reinfecção do coronavírus no Brasil com variantes diferentes. A vítima não teve sintomas na primeira vez, mas acabou morrendo ao contrair o vírus novamente.

O consórcio de veículos de imprensa:

Formado em junho de 2020, o consórcio foi uma resposta a ação do presidente Jair Bolsonaro de, na época, não divulgar os dados relacionados a pandemia.

Jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL coletam as informações nas secretarias de Saúde, e divulgam em conjunto o número de óbitos por covid-19, a quantidade de pessoas contaminadas e a média móvel, que indica em quais estados a pandemia está aumentando, diminuindo ou continua estável.

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