Covid: 1,2 milhão de genomas já foram registrados em banco de dados

O GISAID, criado em 2006 com foco no vírus da gripe, é a maior plataforma sobre sequências genômicas do novo coronavírus

Por: Caroline Ripani | 24 abril - 16:15

Mais de 1,2 milhão de sequências do genoma do novo coronavírus de 172 países e territórios já foram registradas na plataforma de dados online GISAID (Iniciativa Global sobre Compartilhamento de Dados da Gripe Aviária – em português).

Apesar do número ser alto, apenas as mutações brasileira, sul-africana e britânica são consideradas como variantes de preocupação pela OMS (Organização Mundial da Saúde), enquanto o restante é enquadrado na categoria “variantes sob investigação”.

Foto: Reprodução/Pixabay

Pela plataforma – que vem sendo de extrema importância para cientistas que estudam a covid – é possível ver como os genomas da sua região se relacionam com outros, além de explorar o surgimento de novas variantes diariamente.

Para baixar as sequências do banco de dados, os pesquisadores precisam se registrar e concordar com termos que incluem a não publicação de estudos baseados nos dados sem reconhecer os cientistas que enviaram as sequências.

O GISAID, criado em 2006 com foco no vírus da gripe, tornou-se o maior banco de dados sobre sequências de genoma do novo coronavírus.

*Com informações do Exame.

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