Ampliação da vacinação em São Paulo tem garantia do PNI, diz coordenadora do estado

Regiane de Paula diz que abertura de faixas etárias para imunização só é feita após compromisso do Ministério da Saúde de entregar mais doses

Por: Sophia Bernardes | 22 abril - 10:38

Na manhã desta quarta-feira (22), em entrevista à CNN, a coordenadora do Plano Estadual de Imunização, Regiane de Paula afirmou que, a ampliação da vacinação contra a Covid em São Paulo tem a garantia do Programa Nacional de Imunizações (PNI) de que não faltará doses.

A garantia da vacina vem do PNI. Toda vez que abrimos nova faixa etária, temos o compromisso que o PNI enviará essas doses. Temos agora um cronograma da Fiocruz e do Butantan para que possamos abrir novas frentes, mas lembrando sempre que dependemos do Ministério da Saúde”, disse, em entrevista à CNN.

Foto: Agência Brasil

Ela esclareceu que a antecipação do programa de imunização, a partir de 10 de maio, para pessoas com síndrome de Down, pacientes transplantados imunossuprimidos e pacientes renais em diálise, entre 18 e 59 anos, foi realizada a partir da orientação elencada no próprio PNI. A expectativa é que 120 mil pessoas com essas comorbidades sejam imunizadas.

“Em seguida, temos que olhar para a população com doenças crônicas não transmissíveis e, dentro de um recorte que não temos ainda e aguardamos do Ministério da Saúde. Sabemos que [a vacina] é importante para diabéticos e cardiopatas”, explicou.

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No plano de vacinação, os funcionários do Metrô e da CPTM, foram inclusos e poderão tomar o imunizante a partir do dia 11 de maio, e os motoristas e cobradores de ônibus, a partir do dia 18 de maio. Juntos, esses grupos têm 175 mil pessoas aptas a serem vacinadas.

“[A vacinação começa] pelos que estão na linha de frente. Quando falamos dos metroviários, são as pessoas dentro das unidades, trabalhando diretamente com a população. Quando falamos de transporte coletivo, são motoristas e cobradores. São as pessoas que, no dia a dia, levam e trazem milhões de paulistas que precisam do transporte público.”

“Em seguida, temos que olhar para a população com doenças crônicas não transmissíveis e, dentro de um recorte que não temos ainda e aguardamos do Ministério da Saúde. Sabemos que [a vacina] é importante para diabéticos e cardiopatas”, explicou.

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