Sintomas da covid-19 são mais persistentes em mulheres entre 40 e 50 anos

Dois estudos britânicos constataram problemas de saúde como como fadiga, falta de ar e confusão mental nas pacientes

Por: Caroline Ripani | 24 março - 16:00

Nesta quarta-feira (24), dois estudos britânicos revelaram que mulheres entre 40 e 50 anos correm risco maior de desenvolverem problemas a longo prazo, como fadiga, falta de ar e confusão mental, após terem covid.

O primeiro estudo, realizado pela Universidade de Leicester, constatou que cinco meses após deixarem o hospital, mulheres brancas de meia idade que apresentam ao menos dois problemas de saúde e que tiveram covid, eram mais suscetíveis a possuírem sintomas prolongados da doença.

Mulher adulta de máscara coloca mão na cabeça como se estivesse com dor

Foto: Reprodução/Freepik

O segundo estudo, executado pelo Consórcio Internacional de Infecções Respiratórias Agudas e Emergentes (Isaric), concluiu que mulheres até os 5o anos tem mais probabilidade que homens em relatar fadiga, falta de ar e problemas relacionados à memória, mobilidade e comunicação.

De acordo com Tom Drake, bolsista de pesquisa clínica na Universidade de Edimburgo que liderou o estudo em conjunto com o Isaric, “está se tornando cada vez mais claro que a covid-19 tem consequências profundas para aqueles que sobrevivem à doença”.

*Com informações da Reuters.

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