Para Bolsonaro, os líderes devem ser os últimos a se vacinarem e devem priorizar a sua população

Ele, no entanto, se posiciona ao contrário de presidentes em outros países do mundo, que acreditam que devem dar o exemplo da vacinação

Por: Larissa Placca | 01 abril - 23:04

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (1) que vai decidir se irá tomar a vacina contra a covid-19. Leia a matéria completa.

Segundo o presidente, os líderes devem ser os últimos a se vacinarem e devem priorizar a sua população. Ele, no entanto, se posiciona ao contrário de presidentes em outros países do mundo.

O presidente Jair Bolsonaro em coletiva;

O presidente Jair Bolsonaro em coletiva; Foto: Agência Brasil/Divulgação

“Está uma discussão se vou vacinar ou não vou me vacinar. Eu vou decidir”, disse Bolsonaro. “Depois que o último brasileiro for vacinado, se tiver sobrando vacina, aí vou decidir se vacino ou não, esse é o exemplo que um chefe deve dar”, completou, durante seu pronunciamento em live semanal.

Ao redor do mundo, chefes de Estado se vacinam ao chegar sua vez na fila de prioridade. Para eles, a própria vacinação é importante para incentivar a população fazer o mesmo, pois estaria mostrando que a vacina é segura.

Com 94 anos, a rainha Elizabeth II, do Reino Unido, e seu marido, príncipe Phillip, foram um dos primeiros vacinados. Além deles, também se vacinaram: o presidente da Argentina, Alberto Fernández, do Chile, Sebastián Piñera, de Portugal, Marcelo Rabelo de Souza, da Venezuela, Nicolás Maduro, da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, os reis da Arábia Saudita, Salman, do Marrocos, Maomé VI, e os primeiros-ministros da Índia, Narendra Modi, da Austrália, Scott Morrison, entre outros.

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