Após mudança, apenas grávida no grupo prioritário poderá se vacinar em SP; entenda

No sábado (17), todas as grávidas podiam tomar a vacina. No entanto, nesta terça-feira (20), a orientação mudou

Por: Aline Bueno Silvestre | 20 abril - 22:46

Depois de o Ministério da Saúde autorizar a vacinação de mulheres grávidas, lactantes e que tiverem bebês até 60 dias, várias mulheres procuraram postos de vacinação no sábado (17) na cidade de São Paulo.

No entanto, elas tiveram as doses negadas. Nesta terça-feira (20), o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, mudou as informações do anúncio para apenas mulheres grávidas, lactantes ou que tiveram filhos recentes que estão no grupo prioritário de vacinação.

Apenas grávidas que estão no grupo prioritário vão se vacinar inicialmente em SP, após mudanças

Foto: Reprodução/Pixabay

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“É importante esclarecer. A vacinação para as grávidas que estejam elencadas nos grupos prioritários, justamente o grupo [de profissionais] da saúde, da educação e também na segurança pública são pessoas que estão autorizadas. Sejam elas grávidas ou puérperas, ou seja, que tenham dado à luz nos últimos 60 dias. Na verdade, essas pessoas estarão elegíveis neste momento”, disse Jean em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes.

Ele disse ainda que o Ministério da Saúde pode determinar a aplicação da vacina em todas as grávidas. No entanto, até o momento, só as que estão em grupo de risco devem ser vacinadas.

“É capaz que nos próximos dias, por determinação do ministério, isso seja ampliado para todas as grávidas, independente da faixa etária. Mas neste momento será elencado apenas mulheres grávidas estando nos grupos prioritários. E as mulheres deverão levar um relatório médico.”, afirmou.

Grupos prioritários na cidade de São Paulo no momento:

  • Profissionais de saúde (47 anos ou mais);
  • Idosos (67 anos ou mais);
  • Profissionais da Educação (47 anos ou mais);
  • Pessoas em situação de rua cadastradas nos Centros de Acolhida;
  • Trabalhadores de cemitérios públicos e privados do município de São Paulo;
  • Trabalhadores no atendimento direto à vulneráveis da SMADS (Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social)
  • Trabalhadores no atendimento direto à vulneráveis da SMDHC (Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania).

*Com informações do G1.

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