Paulo Ricardo está proibido, judicialmente, de cantar músicas do RPM

Justiça de São Paulo vetou o ex-vocalista da banda de usar e explorar comercialmente a marca RPM

Por: Pedro Henrique Amaral Ferreira | 22 março - 13:45

Parece que as coisas não estão indo muito bem para o Paulo Ricardo. A justiça de São Paulo proibiu o artista de usar a marca RPM assim como explorar comercialmente as principais músicas da banda. De acordo com o colunista Rogério Gentile, do site UOL, Paulo Ricardo foi condenado pela juíza Elaine Faria Evaristo, da 20° Vara Cível de São Paulo, em um processo movido em 2017 pelos demais integrantes do RPM.

O motivo principal do processo movido pelos antigos companheiros de banda tem a ver com um contrato assinado em 2007, no qual todos os envolvidos se comprometem a não explorar individualmente o nome RPM. O então baixista e vocalista Paulo Ricardo ficou com a responsabilidade de registrar a marca no INPI (Instituto Nacional De Propriedade Industrial) como propriedade dos quatro.

Contudo, dez anos depois deste acordo, Schiavon, Deluqui e P.A. teriam descoberto que Paulo Ricardo não havia feito o acordo e supostamente teria registrado a marca apenas em seu nome. Em sua defesa, o vocalista alega que a marca “RPM” estava registrada em seu nome desde 2013 e que a banda foi criada sob “sua incontestável liderança” e que os três antigos colegas eram apenas “Músicos acompanhantes“.

Já os outros integrantes alegam que “Paulo Ricardo é um artista que não consegue se sustentar com aquilo que produziu individualmente, mas apenas encostado nas criações de Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Paulo Pagni. Suas músicas solo não fizeram e não fazem sucesso“.

A decisão judicial determina que Paulo Ricardo terá de pagar uma indenização de R$112 mil, mais juros e correção, aos antigos colegas. Além disso, o vocalista não poderá executar em shows ou gravar clássicos como “Rádio Pirata“, “Alvorada Voraz“, “Olhar 43” e “Louras Geladas” sem a permissão do tecladista Luiz Schiavon, coautor das canções.

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