Entrevista: Rapper PK dá spoiler sobre seus novos projetos musicais: “Vai vir muita coisa braba”

Cantor também comentou com quais cantores ele quer fazer uma parceria

Por: David Mesquita | 29 junho - 16:35

O cantor PK está cheio de novidades em sua carreira musical!

Recentemente, ele lançou o hit “Muro de Berlim” em parceria com Rafael Portugal, L7NNON e Papatinho. Além disso, PK é jurado do concurso “Cante Com Orgulho” em apoio ao público LGBTQIA+.

Para falar sobre sua carreira musical, possíveis parcerias, novos projetos, entre outras curiosidades e surpresas, PK deu uma entrevista exclusiva para a Metropolitana FM.

Confira:

PK, seu novo single “Muro de Berlim” é uma parceria com Rafael Portugal, L7NNON e Papatinho. Como surgiu a ideia dessa grande colaboração musical?

Faz um tempo que recebi o convite para esse projeto. A ideia da música, mais especificamente o refrão, é do Rafael Portugal e cada um de nós contribuiu nas suas partes. Estávamos alinhando os projetos e conseguimos gravar o clipe e o single para acontecer o lançamento agora em junho. Curto muito o trabalho dos três e foi um prazer enorme poder fazer parte desse projeto. Fiquei muito feliz com o convite. Tenho muita sorte nas minhas parcerias. Que venham outras!

Além de “Muro de Berlim”, você lançou em abril a música “Macetando Firme”. Com o lançamento desses hits, um futuro álbum ou EP está a caminho?

Está nos meus planos sim! Muita coisa boa está sendo pensada mas ainda não posso falar muito a respeito. Assim como para a maioria dos artistas, álbum e EP são concretizações de sonhos, na formação de um artista completo. Somos o sucesso de um conjunto de fatores, né, além das parcerias de sucesso que eu sempre digo com muito orgulho que tive sempre muita sorte nas minhas e tem muita coisa ainda que busco alcançar. Posso dizer que o meu público pode se preparar porque vai vir muita coisa braba e potente por aí, me aguardem com as novidades! Vai ser show!

PK você foi morador da Ilha do Governador, bairro carioca com forte identificação com o samba. Como o funk te atraiu?

Eu costumo dizer que respiro música desde moleque. O funk começou a fazer parte da minha vida pelo contexto da comunidade onde cresci, por ser basicamente o estilo musical que mais predominava e ainda é muito forte no Rio de Janeiro. Cresci ouvindo funk e rap. Participei em 2013 da Batalha do Real e fui campeão. A partir disso segui com aquilo que eu mais curtia, o rap, o trap e o funk, mesclando um pouco de todos e fazendo muita música maneira.

Na sua opinião, o gênero musical funk ainda sofre com o preconceito ?

Ainda sofre, principalmente os proibidões. Mas vejo que tem diminuído o preconceito. O funk tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil e no mundo. Principalmente com tantos artistas brasileiros indo mostrar no exterior o que é o ritmo. Além disso, dentro do ritmo têm várias vertentes, para cada grupo dentro do estilo musical, os proibidões, ostentação, pop, dentre outros.

Você chegou a cursar Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), porém trancou para seguir carreira na música. Ainda pretende continuar a Graduação?

Não. Minha vontade é continuar na música mesmo. Graças a Deus vem dando cada vez mais certo.

Como surgiu o convite de fazer parte do júri artístico do concurso “Cante com Orgulho”? E qual a importância de participar desse evento para celebrar a diversidade na música no Brasil?

Como a Warner é a minha gravadora, nada melhor do que nós, artistas de lá, apoiarmos no processo de escolha desse novo sucesso da música. Fiquei muito feliz em fazer parte desse projeto tão especial, pois estamos lidando com várias vozes que envolvem muitos com sonhos. Sobre a importância do evento, vejo que celebrar a diversidade da música no Brasil é algo que fazemos diariamente. Temos cada vez mais mulheres na cena da música pop e isso é bem massa. Além do que, cada vez mais artistas LGBTQIA+ tem garantido seu espaço em diferentes estilos e ritmos, com uma diversidade enorme de parcerias que mesclam gêneros e identidades. A música é para todos e precisa cada vez mais ser!

O Brasil ainda está enfrentando a pandemia de Covid-19 e os shows presenciais estão proibidos. Como isso afeta sua carreira musical?

Para nós artistas da música, a falta dos shows afeta muito na questão de sustento da equipe e de nós mesmos como cantores. A maior parte da nossa renda vem dos shows, dos eventos e infelizmente não estamos podendo fazer nada por enquanto. As alternativas que vieram como lives e shows online tem auxiliado muita gente, mas nada é igual, nem pode ser comparado a um show ou evento presencial. Temos feito o que é possível e apostando em feats e lançamentos bacanas para que o nosso público não fique sem nossos conteúdos. Nesse momento de isolamento, a música tem sido uma aliada importante. Torcendo muito aqui para que logo a gente possa voltar aos shows, estou com saudades dos palcos!

Você já gravou músicas com Luísa Sonza e Felipe Araújo. Tem algum artista nacional ou internacional que ainda queira fazer alguma parceria?

Seu Jorge pra mim é um cara sensacional que, além de admirar muito como artista e pessoa, acredito que sairia um som maravilhoso dessa mistura PK e Seu Jorge. Toparia na hora fazer uma parceria com ele. Agora internacional, posso dizer três nomes que eu vou curtir demais um projeto juntos: Red Hot Chili Peppers, Eminem e Wet Bed Gang.

Pode dar algum spoiler dos seus projetos musicais ainda para esse ano?

Muito som “daora”, muita música braba com muita gente bacana vindo por aí. Podem esperar singles, feats e muita parceria legal! Se depender de mim vai ter muita música ainda esse ano pra galera dançar e curtir demais com funk, trap e rap! Me aguardem!

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