BBB19: Áudio da produção vaza dentro da casa e brothers reagem

Gabriela ficou irritada com o áudio vazado

Por: Alefy Soares | 25 março - 15:55

Logo após Tiago Leifert anunciar o paredão no Big Brother Brasil 19, um erro fez com que o áudio da produção vazasse me toda a casa mais vigiada do Brasil. A primeira a notar que a conversa estava sendo vazada foi Gabriela.

Irritada, ela disse: “Sabe o que a gente tá ouvindo? Está saindo aqui, não quero ouvir não, gente”. Paula foi a única participante que não ouvir nada, mas Carolina resolveu reforçar o alerta de Gabriela: “Produção, a gente tá ouvindo as coisas que vocês estão falando. Não quero ouvir não”.

Paula e Rodrigo serão interrogados pela polícia assim que deixarem o “BBB19”

Foto: Reprodução/TV Globo

Poucos minutos depois, o som da produção sumiu, mas ninguém comentou o que ocorreu aos brothers. Segundo Gabi, eles estavam apenas falando sobre coisas técnicas, se preparando para voltar do intervalo.

Paula e Rodrigo serão interrogados pela polícia

Paula e Rodrigo podem estar entre os emparedados do “BBB19” e, se um dos dois for eliminado do programa, será interrogado pelo delegado titular da DECRADI – Delegacia de Combate à Intolerância Religiosa – assim que chegar ao hotel.

“Vou ouvi-los no momento em que um deles venha a ser desclassificado. Ou, quando o programa encerrar, vou ouvi-los no hotel em que eles ficam de quarentena”, disse o delegado Gilbert Stivanello em entrevista à revista QUEM.

Foto: Reprodução/TV Globo

A mineira é acusada de injúria por preconceito contra Rodrigo. “O motivo do preconceito seria intolerância religiosa”, explicou ele.

Gilbert ainda explicou que vai esperar pela saída dos participantes para serem ouvidos, porque o processo ainda está dentro do prazo previsto. “O programa vai acabar e meu prazo não vai ter encerrado para o procedimento. Preciso verificar se o Rodrigo se sentiu ofendido e quer levar o caso adiante”, disse.

“Ele ainda nem sabe o que aconteceu. Conversei com a TV Globo a respeito e isso acarretaria eliminação e não considero justo penalizar pela segunda vez uma pessoa que pode ter sido vítima de um delito”, explicou o delegado.

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